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A Dirofilariose Canina é muito presente em alguns estados do Brasil, aqui na região sul, a doença é mais predominante no litoral, por esse motivo a sua incidência aumenta nos meses mais quentes.

Uma doença séria que muitas vezes age de maneira silenciosa, chegando para o veterinário só quando já está em um quadro mais avançado. Como o próprio nome já diz, a doença é causada pela presença de parasitas no sistema cardíaco dos caninos.

A dirofilariose é uma zoonose, que nos humanos se apresenta como um nódulo no pulmão e muitas vezes é confundido com tumor.

O que é e como ocorre a transmissão?
A doença é causada pelo parasita Dirofilaria immitis, um nematódeo – semelhante a uma lombriga.
• O ciclo se inicia quando o mosquito pica um cão infectado. No sangue desse cão, contém microfilaria, que o mosquito ingere junto com o sangue, quando pica o animal.
• Dentro do mosquito essas microfilárias se desenvolvem e viram larvas (esse processo leva aproximadamente 2 semanas), que serão transmitidas para um animal saudável quando o mosquito pica-lo.
• No cão saudável, as larvas se alojam no tecido (subcutâneo e muscular) se desenvolvem até virarem jovens – adultos, neste momento elas migram do tecido para o coração e artérias pulmonares ( ocorre 4 meses após a infecção).
• Inicia-se o processo de reprodução, e as fêmeas liberam microfilárias na corrente sanguínea. Iniciando assim, um novo ciclo.

Quais são os sintomas?
Um parasita adulto pode chegar a 20 cm de comprimento e sobrevivem entre 5 a 7 anos anos no organismo da cachorro. Neste período ele causa uma resposta do sistema imunológico além de danos físicos ao tecido em que se encontra.
Muitos cães não apresentam nenhum sintoma, mas tosse, perda de peso, falta de apetite, e apatia são os principais sintomas.
Os sinais são mais evidentes quando o animal apresenta uma infestação mais intensa, ocorrendo uma dificuldade de realizar exercícios de intensidade – como correr e brincar.
A presença dos vermes pode fazer o animal a desenvolver insuficiência cardíaca, hipertensão, além de causar alterações hepáticas e renais.

Como é realizado o diagnóstico?
O diagnostico através do exame de sangue específico só é possível quando, possuem microfilárias circulantes no corpo.
E o ecocardiograma é possível visualizar os vermes adultos no coração e grandes vasos.
Outros exames complementares como: hemogramas, radiografia, ecografia abdominal, podem ser necessários para avaliar o quadro geral do animal.

Existe tratamento?
Sim, existe tratamento. Porém ele deve ser realizado exclusivamente pelo médico veterinário, pois vai depender da gravidade do quadro, do grau de infestação e do comprometimento dos órgãos.
Se não for tratada, o animal pode vir a óbito devido a obstrução dos vasos ou por um quadro chamado Síndrome Caval.

Como prevenir?
A prevenção ocorre de duas maneiras: evitando a picada do mosquito (com uso de coleiras, e algumas pipetas) e o uso periódico de vermífugo específico. Podendo e sendo indicado muitas vezes, de serem realizados juntos.
Evitar passeios nos horários de maior incidência de mosquitos também é uma boa maneira de evitar a infestação.
Consulte com o veterinário, ele é o que melhor pode lhe orientar.

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